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Add CLI improvement plan - #2

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matbrgz wants to merge 1 commit into
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@matbrgz

@matbrgz matbrgz commented Jun 16, 2025

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Summary

  • draft plan for refactoring and expanding the CLI
  • track upcoming tasks in TODO
  • refine QA section with test framework suggestion
  • add completion script generator command

Testing

  • cargo check

https://chatgpt.com/codex/tasks/task_e_684a6c5032f883268caa4295825e2e3a

@matbrgz matbrgz left a comment

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Revisão — não mergear como está. O plano e o completions são bons; o problema é que o PR publica na superfície do CLI oito subcomandos que não fazem nada, e um deles mente dizendo que fez.

1. config set reporta sucesso sem gravar nada

ConfigAction::Set { key, value } => {
    println!("Config set: {} = {}", key, value);
    // TODO implement writing back to config file
}

O usuário roda rustyll config set url https://meusite.com, lê "Config set: url = https://meusite.com" e sai convencido de que a configuração mudou. Nada foi escrito. Em seguida ele roda o build, não entende por que a URL está errada, e não tem motivo nenhum para suspeitar do comando que acabou de confirmar a operação.

Esse é o item mais sério do PR, porque não é uma feature faltando — é uma feature que relata algo falso. Enquanto não gravar de verdade, tem que ser erro explícito:

ConfigAction::Set { .. } => {
    eprintln!("error: `config set` ainda não foi implementado");
    std::process::exit(1);
}

2. theme e plugin são seis println! e nada mais

ThemeAction::Install { name_or_url } => { println!("Theme install {}", name_or_url); }
ThemeAction::List {}                 => { println!("Theme list"); }
ThemeAction::Apply { name }          => { println!("Theme apply {}", name); }
PluginAction::Install { name }       => { println!("Plugin install {}", name); }
PluginAction::List {}                => { println!("Plugin list"); }
PluginAction::Enable { name }        => { println!("Plugin enable {}", name); }

Como estão registrados no enum Commands com doc comments (/// Manage themes, /// Manage plugins), o rustyll --help passa a anunciar gerenciamento de temas e plugins. É promessa que o binário não cumpre, e vira issue de usuário.

Três saídas, em ordem de preferência: (a) deixar fora deste PR e trazer quando tiverem implementação; (b) manter o enum mas marcar #[command(hide = true)] enquanto não funcionam; (c) manter visível, mas sair com código de erro e mensagem de "não implementado" — nunca uma mensagem que pareça saída normal.

3. rustyll migrate quebra para quem já usa — e o PR não menciona

-    Migrate { source, destination, engine, verbose, clean },
+    #[command(name = "migrate", alias = "m", subcommand)]
+    Migrate(MigrateCommands),
+
+pub enum MigrateCommands {
+    Run { source, destination, engine, verbose, clean },
+    ListPlatforms {},

Na prática, rustyll migrate -e jekyll -s ./site deixa de funcionar e passa a exigir rustyll migrate run -e jekyll -s ./site. É uma mudança incompatível na interface pública do CLI, e o corpo do PR ("draft plan for refactoring", "add completion script generator command") não a cita.

Se for intencional, precisa: constar na descrição, entrar no CHANGELOG, e idealmente manter migrate sem subcomando funcionando como alias de migrate run por um ciclo de depreciação. Se não for intencional, dá para expor ListPlatforms como uma flag (migrate --list-platforms) e preservar a forma antiga.

4. cache clear apaga caminhos relativos ao diretório atual, sem confirmação

const CACHE_DIRS:  &[&str] = &[".jekyll-cache", ".sass-cache"];
const CACHE_FILES: &[&str] = &[".jekyll-metadata"];

Nenhuma checagem de que o diretório corrente é a raiz de um site (um _config.yml, por exemplo). Rodado no lugar errado, o comando remove silenciosamente o que encontrar com esses nomes. Para um comando destrutivo, vale: verificar a raiz do site, listar o que será apagado, e exigir --yes ou confirmação interativa.

Detalhe relacionado:

Some(_) => println!("Unknown cache type"),

Tipo inválido imprime no stdout e sai com código 0 — um script que encadeia comandos não tem como detectar o erro. Isso deveria ser um value_enum do clap (assim o próprio clap valida e lista as opções válidas no --help), ou no mínimo eprintln! + saída diferente de zero.

5. Erros engolidos em silêncio

let yaml = serde_yaml::to_value(&cfg).unwrap_or(Value::Null);
println!("{}", serde_yaml::to_string(v).unwrap_or_default());

unwrap_or(Value::Null) e unwrap_or_default() transformam falha de serialização em saída vazia e código de retorno 0. E if let Ok(cfg) = ... else println!("Failed to load configuration") descarta o erro real — o usuário não fica sabendo se o _config.yml não existe, está mal formado ou não pôde ser lido.

6. PathBuf::from(".") fixo ignora o resto do CLI

config get e config list carregam a config sempre do diretório corrente. Se o CLI tem (ou vai ter) um --source/-s global, esses dois comandos não o respeitam.

7. Dois --verbose independentes

O PR adiciona verbose global na struct Cli, e MigrateCommands::Run mantém o seu próprio -v/--verbose. Ficam dois flags com o mesmo nome em níveis diferentes, sem relação entre si — rustyll --verbose migrate run e rustyll migrate run --verbose fazem coisas diferentes. Vale consolidar no global.

8. Dois arquivos TODO.md

Este PR cria design/TODO.md; a #1 criou TODO.md na raiz. Duas listas de pendências divergem em uma semana. Vale escolher uma.

9. cargo check não é teste

A seção Testing diz só cargo check. Isso confirma que compila — e é exatamente o tipo de validação que não percebe que metade dos comandos novos só imprime texto. Nem cargo test foi rodado.

O que está bom

  • completions.rs é o melhor pedaço do PR: usa CommandFactory corretamente, deriva do próprio Cli (então nunca sai de sincronia com os comandos reais) e escreve em stdout, que é o esperado para gerar script de completion. clap_complete = "4.4" casa com a versão do clap.
  • get_nested_value com key.split('.') é uma implementação limpa de acesso aninhado (rustyll config get site.title), e retorna None corretamente ao esbarrar num não-mapping.
  • migrate list-platforms usando migrate::list_engines() é útil e está de fato implementado.
  • design/CLI_REFACTOR_PLAN.md com 99 linhas de plano é justamente o tipo de documento que faltava — ele é a parte do PR que eu mergearia hoje.

Sugestão

Fatiar em três: (1) o plano + completions + migrate list-platforms — pronto para merge; (2) config get/list com tratamento de erro de verdade e respeitando --source; (3) cache, theme, plugin e config set, quando tiverem implementação. A mudança incompatível do migrate (item 3) precisa de decisão explícita em qualquer cenário.

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